Urna eletrônica do TSE. Imagem : Wikimedia

Urna eletrônica do TSE. Imagem : Wikimedia

Mais uma atitude equivocada e que lança ainda mais suspeição sobre as urnas eletrônicas.

“[…] o voto impresso teve posicionamento contrário do TSE devido aos “altos custos da operação”, que levaram o Ministério do Planejamento a indicar o veto. “A medida geraria um impacto aproximado de R$ 1,8 bilhão entre o investimento necessário para a aquisição de equipamentos e as despesas de custeio das eleições”, justificou Dilma.

A justificativa dos altos custos para imprimir os votos já havia sido utilizada pelo TSE no passado, certamente não foi a crise que originou essa explicação.

Desta vez apenas usaram a situação fiscal para tentar substanciar o equívoco de não imprimir os votos.  Lamentável, especialmente vindo de uma administração perdulária e que não poupou gastos supérfluos nos últimos 13 anos.

A população não pode ingressar nas entranhas técnicas das urnas, mas qualquer pessoa pode recontar votos impressos. Infelizmente a presidente vetou essa possibilidade. Segue a doutrina do TSE de que “la garantia soy jó, acreditem em nós”.

Fonte: Valor Econômico

 

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