“Meu filho, faz um concurso público senão você não será nada na vida”. A frase que foi proferida por incontáveis pais e mães pelo Brasil afora nunca esteve tão na moda.

“Mas mãe, eu quero montar uma barraca de limonada e começar meu próprio negócio com base no espírito de empreendedor buscando inovação e assim gerar progresso para o meu país!”, disse nenhum filho jamais.

A resposta é sempre padrão, porém, segundo especialistas, o quadro está longe de mudar.

Com salários de R$ 27.500 os concursos públicos são a maior, melhor e única alternativa de futuro digno para 130 milhões de jovens brasileiros.

Analistas Concordam

De acordo com o analista Robespierre Charleston da Charleston & Kripps Consultores Associados,  grupo que administra R$ 1592,12 em 3 fundos de investimentos, o Brasil deveria fechar as microempresas e concluir a transição para o modelo de concursos públicos permanentes.

“Devemos adaptar a visão Trotskista de revolução permanente para o modelo brasileiro onde ninguém deseja grandes cargas de trabalho. Ou seja, qualquer modelo onde o cidadão deve permanecer mais de 3 horas em ambiente capitalista de exploração da mão de obra deverá ser substituído por concursos públicos permamentes com revisão de salário e direito garantido a greve periódica.” – Robespierre Charleston

Ainda segundo Charleston, quem deseja registrar seu próprio negócio na atualidade “está muito fff kkk”.

Cavalos selvagens simbolizam ordem e progresso. Foto: skeeze @ pixabay

Cavalos selvagens simbolizam ordem e progresso. Foto: skeeze @ pixabay

Família Real em Cheque

Com a recente notícia de que até mesmo o Príncipe William estaria fazendo bicos para suprir a renda familiar, brasileiros dos quatro cantos do país passaram a se preocupar com a situação do mercado global.

Ademilson da Silva trabalha há 42 anos como bombeiro hidráulico em Salvador e relata sua visão estratégica para a avaliação do dólar em função do forte ingresso de recursos no país:

“Moço não tenho a menor idéia do que o Sr. está falando. Eu estou preso?”

No entanto, nem toda a unanimidade pode garantir o que virá em seguida. Especialistas das principais corretoras brasileiras tem apenas um conselho em comúm resumido por Alexandre Dercy da Konsultronixen : “foge desse país véi”.

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