Segundo advogados que acompanham a suruba judicial em Brasília, a ação para cassar a já cassada presidente Dilma Rousseff pode sair até março no TSE.

Para analistas políticos consultados, a chapa composta por Dilma/Dilma/PT será julgada no TSE e deverá acarretar em punição severa para desvios cometidos pela chapa Dilma/PT/Dilma.

Também nos inquéritos, avalia-se a possibilidade de incluir o ex-presidente Lula como forma de gerar mais repercussão na imprensa.

A coligação Dilma/PT/Dilma foi estabelecida ainda em 2010 para sua primeira eleição.

O TSE, que levou apenas 3 anos para julgar um caso relativo a um mandato de 4 anos, encontra-se na fase final de cassação da já cassada ex-presidente Dilma Roussef e os acórdãos podem ser publicados em tempo recorde, antes mesmo do solistício de 2019.

O presidente do TSE, Gilmar Mendes, reuniu-se com o presidente Michel Temer em inúmeras ocasiões, foram feitas viagens juntos, porém ambos negam qualquer conversa no sentido de cassar a já cassada presidente.

Segundo assessores próximos a amigos de confidentes de chegados de parentes distantes do ministro Gilmar Mendes, Dilma teria cometido falhas gravíssimas e pode até chegar a perder o mandato que já perdeu, porem isso iria exigir uma análise que se estenderá por todo 2017 e 2018, infelizmente.

Segundo a imprensa, a chapa Dilma/PT deverá perder o mandato novamente, já que a presidente Dilma sofreu impeachment em Maio de 2016 após a divulgação da gravação entre Romero Jucá e Sérgio Machado, expresidente da Transpetro, onde dizem que tudo que aconteceu aconteceria visando estancar a sangria da Lava Jato.

Questionados sobre uma eventual citação, ou menção, ou colocação indireta que distantemente, remotamente, fosse capaz de, talvez, por obséquio, sugerir a participação do partido PMDB e do vice Michel Temer na chapa de Dilma Rouseff, aliados foram enfáticos: essa chapa nunca existiu, negamos tudo, não houve isso, tudo que houve foi Lula e Dilma que fizeram e, segundo O Antagonista, serão presos amanhã ou a qualquer momento amanhã ou amanhã.

Na foto em destaque, logo abaixo, Dilma e Temer participam de um karaokê, sem qualquer vínculo partidário ou de campanha política.

 

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Foto: Agência Brasil

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