Que a imprensa está contra Trump todo mundo já sabia. Porém a cada dia surgem novas e mais surpreendentes matérias que buscam unica e exclusivamente atacar Donald Trump de forma a minar sua imagem pouco a pouco. Muito pior que a dieta de Donald Trump, é o regime de notícias tendenciosas e até maliciosas a que estamos sendo submetidos sobre todo assunto polêmico, no Brasil e fora.

Eis que uma nova matéria, recém publicada pelo jornal O Globo, chama a atenção pela abordagem de seu ataque. A matéria fala de uma suposta dieta, da qual obviamente ninguém tem provas pois a comida do presidente é segredo de Estado, e joga a idéia de que não é saudável.

A matéria não só já prepara o público para depois falar que qualquer problema de saúde do presidente foi culpa de sua dieta, como lança, no meio do texto, uma opinião pessoal e super perniciosa, de uma nutricionista na qual questiona se essa dieta afeta a capacidade de Trump raciocinar e tomar decisões!

Tablóides que publicam absurdos fazem parte do dia a dia dos americanos e britânicos. Mas tem zero credibilidade. Futuro de nossa imprensa? Foto: Seth Tisue

O que Trump está fazendo nos EUA pode estar certo ou errado, deixemos que a história o julgue. Este post não é sobre política nem é uma defesa a Donald Trump. Este post é sobre a imprensa, e como eles tem abaixado o nível para atingir seus fins usando de qualquer meio.

A verdade é que Trump expôs a imprensa mundial pelo que realmente são, e o fez com maestria. Nunca vimos tanto jornalismo sorrateiro quanto estamos vendo hoje em dia. O fato de Trump ter atacado certas personalidades da mídia requer que essas personalidades busquem reparar eventuais danos por meio da Justiça. Porém, o que a mídia está fazendo é jogar o jogo do Trump, atacando-o 24 horas por dia usando todos os meios disponíveis, éticos ou não. Se Trump é ético ou não, é um problema que o povo deve julgar, e o julgamento do povo foi de elegê-lo para o cargo mais alto dos Estados Unidos. Já o comportamento ético da imprensa deve ser preservado, mesmo quando atacada por um político populista. A imprensa não pode baixar o nível para enfrentar um político populista. Infelizmente, foi isso que decidiram fazer.

Jornais britânicos, brasileiros e americanos estão usando de todos os assuntos possíveis e imagináveis para atacar Trump. E como já se pode notar nas redes sociais, a população questiona mais e mais a ética da imprensa e o tipo de reportagem que tem feito sobre assuntos polêmicos. Essa desconfiança tende a crescer conforme a imprensa mantém-se no nível dos ataques do Trump. Na verdade, tudo parece um circo muito bem orquestrado para vender revistas nas bancas e cliques na Internet.

O mais perigoso de tudo isso é o lucrativo mercado da destruição de personalidades.

A imprensa decide triturar a reputação de alguém, seja de esquerda ou direita, seja do partido que for, por puro interesse político e financeiro, e são implacáveis até conseguir sua meta. A ordem é destruir Trump, pois atualmente isso gera grandes audiências online. Quem comanda a imprensa global emitiu essa ordem desde antes da eleição, e conseguiram o contrário do que divulgavam : elegeram Trump.

Tanto no caso do Brexit como na eleição de Trump, o público ignorou um bombardeio de negatividades na imprensa e votou contra tudo o que vinha sendo publicado.

Mas parece que a imprensa ainda não entendeu o recado. Não se brinca com as massas, pois encontra-se em jogo a já debilitada reputação dos meios de comunicação tradicionais.

Foto: Michael Vadon / CC Wikimedia Commons

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