Brasília – Após a revelação de que o Brasil estava vendendo carniça para brasileiros, o presidente Temer deverá ligar para seu colega dos Estados Unidos, Tonald Drump, para prometer-lhe não enviar mais carne podre ao seu país.

“A conversa deverá manter um tom ameno, amigável, até que se entre no assunto da carniça que estávamos mandando pra lá”, explica o professor de relações internacionais da Universidade de Brasília Adelmistforhem Kettsmann.

Segundo outros especialistas em carniça consultados pela reportagem, o padrão da carne podre produzida no Brasil está muito acima de outros países concorrentes:

“Nós obedecemos ao padrão CP17 para carne podre, instituído pela Unicef em 1956. Esse padrão permite entre 15 a 20% de papelão, bem como tripas e cabeças de animais diversos no conteúdo principal da carne”, afirma o engenheiro agrônomo Adamastor Plussiexis da Universidade de Lavras.

No entanto o que realmente chamou a atenção na Operação Carniça foi o fato do ministro da justiça Osmaglio Serrar, ter chamado um dos presos de “meu grande chefe”. Como Serraglio só possui Temer como chefe, e acima dele apenas a CIA e o Trump, não se sabe ao certo a quem o MJ se referia quando falou essa frase que foi interceptada pela polícia com autorização jurisdicional.

“A partir de agora a carniça será apenas para consumo interno, e não será mais exportada para países de primeiro mundo.” afirma o embaixador Ransmussingen Kleinspeckter.

 

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Foto: ZeWrestler via CC / Wikimedia

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