O mercado brasileiro encontra-se cada vez mais receptivo à idéia de adotar o Bitcoin (BTC) como forma de pagamento e ativo para investimento a longo prazo.

Devido à “stagflação” no mercado financeiro brasileiro, onde a bolsa de valores e as melhores aplicações não caminham para cobrir o prejuízo observado desde a crise mundial de 2008, investidores tem procurado obter maior rentabilidade para seus recursos em outras áreas. Apesar da forte alta observada após o impeachment de Dilma Rousseff, grande parte dos ativos da Bovespa não recuperaram sequer uma fração do valor que detinham no primeiro semestre de 2008.

As ações da Petrobrás, que chegaram a valer próximo a R$ 50 oito anos atrás, hoje lutam para vencer os R$ 15, mesmo após uma alta de mais de 200% desde as mínimas cotações observadas no início de 2016.  Enquanto isso, a inflação vem devorando o valor dos investimentos que se encontram basicamente estagnados no longo prazo.

Em outras palavras, quem investiu na Petrobrás em 2008, hoje tem menos de um terço do patrimônio investido. Um resultado pífio, principalmente em comparação a outros mercados globais. Se considerarmos o baixo preço do petróleo, a perspectiva

Nova Disparada do Valor do Bitcoin

Já o Bitcoin, que valia 20 centavos de dólar em 2010, hoje ultrapassa os 1000 dólares por BTC. A valorização de 50.000%  em 5 anos supera qualquer investimento tradicional, mesmo os mais arriscados.

É certo que, 6 anos atrás ninguém poderia prever o sucesso de uma idéia absolutamente inédita e desconhecida. Porém, há quem adquiriu grandes somas de BTC e lucrou milhões no mesmo período em que a Bovespa permaneceu estagnada.

Após sofrer forte queda nas últimas semanas, a criptomoeda recuperou as perdas e ultrapassou novamente a marca dos U$ 1000.

 

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